Tarcísio acompanha lançamento das obras das alças de acesso do Rodoanel em Suzano
Prazo de execução da obra é de 24 meses e ela está avaliada em R$ 1,2 bilhão; projeto prevê ligações ao Rodoanel e adequações nas vias municipais
15/01/2026 14h51, Atualizado há 3 meses
Tarcísio participa de lançamento da alça do Rodoanel em Suzano | Fabrício Mello/O Diário
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), esteve em Suzano para acompanhar o lançamento e vistoriar as obras das alças de acesso ao trecho leste do Rodoanel Mário Covas (SP-021). As obras contam com um investimento de R$ 1,2 bilhão e o prazo de execução está estimado em 24 meses, segundo o que foi apresentado durante o evento.
Entre as ações que serão realizadas no chamado Complexo Viário do Alto Tietê estão, além das ligações ao Rodoanel em Suzano e Poá, estão uma via marginal ao lado da pista externa da rodovia, as adequações nas vias municipais, a implantação de uma passarela de pedestres e a remodelação da rotatória de acesso a Poá (leia mais abaixo).
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O lançamento das obras contou com a presença de representantes da concessionária SPMAR, responsável pelos trechos Sul e Leste do Rodoanel; do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL); do deputado federal e 1º vice-presidente nacional do PL, Márcio Alvino (PL-SP); do prefeito de Suzano, Pedro Ishi (PL); e do ex-prefeito de Suzano e atual secretário de Verde e Meio Ambiente da cidade de São Paulo, Rodrigo Ashiuchi (PL).
“[Essa obra] vai transformar a cidade, a região. Vai trazer geração de emprego, mais tempo para as pessoas ficaram com suas famílias, desenvolvimento! Essa alça é mais do que um complexo, ela é a chegada de novos tempos para Suzano, para Poá, Ferraz, Itaquá, Mogi e para a região do Alto Tietê”, celebrou o ex-prefeito Ashiuchi.
Ainda durante o seu discurso, Ashiuchi presenteou, em conjunto com o prefeito Ishi, o governador Tarcísio com uma espada samurai – uma katana. Segundo ele, o presente simboliza a honra e a memória da cidade para o governador. Veja o momento:
“Essa é uma obra histórica para todos nós. A gente que anda um percurso grande para poder desembarcar na cidade de Suzano e, com a vinda dessa incrível alça, vamos ter um ganho na qualidade [de vida] e no tempo [de locomoção]”, celebrou o prefeito Ishi, que também agradeceu às outras autoridades presentes pelo apoio na viabilização do projeto.
Na sequência, o governador Tarcísio também discursou. Em sua fala, Tarcísio reforçou a importância do “trabalho conjunto” entre o governo estadual, a Assembleia Legislativa e as prefeituras das cidades da região.
“Hoje, a gente está aqui para celebrar o início da alça do Rodoanel, que não é uma alça que vai beneficiar só Suzano. É a alça de Poá, também, e vai fazer a diferença. […] Vai ter segurança, o caminho vai ficar mais curto, é economia de tempo de viagem. Já pensaram no desenvolvimento que a região vai ter com essa obra? Com esse equipamento? Isso é muito bom”, disse o governador Tarcísio.
Complexo Alto Tietê
Segundo as estimativas divulgadas pela SPMAR, após a conclusão das obras, 24 mil veículos por dia devem acessar a região do Alto Tietê através dos novos acessos no Rodonael. O projeto deve beneficiar, ainda de acordo com a concessionária, 1,6 milhão de habitantes.
O projeto será composto por um viaduto de acesso sobre o Rodoanel, permitindo a ligação direta entre a rodovia e o Alto Tietê. A ligação deve acontecer pela Rodovia Henrique Eroles, que terá alças implantadas nos dois sentidos, e pelas estradas adjacentes.
O acesso a Suzano ficará em uma alça na Avenida Brasil, que passará sobre a linha férrea. A rotatória de acesso a Poá passará por uma remodelação, com a construção de um novo viaduto e adequação das vias de acesso à rotatória para receber o novo fluxo de veículos.
A expectativa é de que as obras gerem cerca de 3 mil empregos, entre contratações diretas e indiretas, e impactem na arrecadação de R$ 25 milhões em impostos sobre as obras. Outra promessa sobre o projeto é que, após a sua conclusão, a região se qualifique como um “polo de desenvolvimento” para atrair novas indústrias.