Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Mogi ganhará polo de badminton no ginásio Tuta

A Secretaria Municipal de Esportes de Mogi das Cruzes deve estrear em março um polo de treinamento de badminton, que funcionará no Ginásio Poliesportivo José Carlos Miller da Silveira, o ‘Tuta’, no Mogilar, segundo apurou O Diário. A ideia, que ainda é planejada mas está com quase todos os detalhes acertados, é levar o esporte […]

Por O Diário
11/02/2023 07h51, Atualizado há 41 meses

A Secretaria Municipal de Esportes de Mogi das Cruzes deve estrear em março um polo de treinamento de badminton, que funcionará no Ginásio Poliesportivo José Carlos Miller da Silveira, o ‘Tuta’, no Mogilar, segundo apurou O Diário. A ideia, que ainda é planejada mas está com quase todos os detalhes acertados, é levar o esporte de rede e raquetes, já com certa tradição na cidade – especialmente entre a comunidade japonesa – para um público maior e de forma “centralizada”. 

As raquetes que serão usadas nesse novo projeto foram doadas durante visita do embaixador extraordinário e plenipotenciário do Japão no Brasil, Hayashi Teiji, à Associação Cultural Agrícola Itapeti, em Mogi, no último dia 2 (leia mais abaixo).

Segundo nota da Prefeitura, que aproveitou para agradecer a “importante contribuição”, as raquetes “serão utilizadas da melhor maneira possível para atender os interessados na prática de badminton”. 

Os detalhes finais para o início das atividades em Mogi são acertados, mas tudo está bem adiantado, segundo conta o vereador Eduardo Ota – autor de indicação aprovada pela Câmara Municipal de Mogi ao prefeito Caio Cunha (PODE) pedindo estudos para a abertura deste ‘polo central’,. O parlamentar também acompanha o planejamento. 

Na indicação, Ota cita a possibilidade de tornar Mogi a ‘terra do badminton’, lembrando que o esporte já é muito praticado em regiões com maior presença da comunidade japonesa e que trará uma oportunidade de levá-lo a mais pessoas. 

A reportagem procurou detalhes com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Sem cravar data ou local, a pasta confirma que está em análise a ampliação do atendimento da modalidade, ainda neste ano, e que “estuda qual a melhor localização para estender a prática de badminton na cidade – que já acontece de forma gratuita na Associação Cultural Agrícola do Itapeti”. A secretaria promete, ainda, divulgar as informações completas assim que tudo estiver acertado. 

Já segundo antecipa o vereador, neste momento falta apenas definir que dia as aulas serão oferecidas à população e também a escolha de um professor, sendo que a coordenadora do projeto já foi definida. 

Assim como outros esportes oferecidos gratuitamente pela Secretaria Municipal de Esportes, a participação das aulas de badminton deve ocorrer após inscrição (fique de olho no site de O Diário para mais informações). 
A ideia vem para somar com o esporte mogiano, comemora Ota.

“Para o centro queremos fazer diferente de outras modalidades, como o futsal, onde estamos sempre buscando descentralizar a prática e levar para bairros afastados”, comenta ele. “Dessa vez queremos centralizar o badminton, em um local onde toda a população terá acesso mais fácil (no Tuta). O badminton já tem treinos em bairros de Mogi, como no Cocuera e Itapeti”, conta. São pontos da região rural da cidade. A ideia agora é trazer para o ‘centro’.

Assim como o beisebol, em Mogi das Cruzes, o badminton é um esporte com tradição no Japão. Tanto que até o embaixador japonês, durante a visita à cidade, neste início de mês, quebrou o protocolo, trocou o terno pelo uniforme da equipe e entrou em quadra para jogar com os atletas, revivendo o tempo em que praticava a modalidade em sua terra natal. 
“Trazemos esse polo central para que mais pessoas possam começar, quem sabe revelar novos atletas. Mogi tem muito potencial”, avalia Ota, citando atletas ligados ao Itapeti já competem em campeonatos Brasil afora. 

“Vai somar as modalidades já praticadas na cidade”, acrescenta o vereador. O prefeito Caio Cunha (PODE) e a Secretaria de Esportes atenderam nosso pedido”, finaliza.

Segundo levantou O Diário, o polo deve usar, neste primeiro momento, a área do Tuta onde estão duas quadras de vôlei. Ali serão montadas três quadras do badminton, para atender um número razoável de participantes. 
Cabe lembrar que as informações ainda não são oficializadas pela Prefeitura. 

Mas, o Tuta é uma boa opção, porque tem praça e quadra principal grandes, com as medidas do futsal e outras duas menores, pensadas para o vôlei. 

 

Visita do embaixador
O embaixador Teiji Hayashi visitou Mogi na semana passada. No Bunkyo, ele destacou o trabalho e os eventos realizados pela entidade, dentre eles, o Akimatsuri, e se encontrou com autoridades da região. 

Depois esteve na Associação Cultural Agrícola Itapeti, onde a prática de badminton já acontece, de forma gratuita. 

Na ocasião, foram entregues de presente materiais e raquetes.

 

Badminton
Foi na Índia que o Badminton nasceu, com o nome de poona. Oficiais ingleses a serviço neste país gostaram do jogo e o levaram para a Europa.
O “poona” passou a se chamar badminton quando, na década de 1870, uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton, pertencente ao duque de Beaufort’s, em Gloucestershire, na Inglaterra, segundo descreve a Confederação Brasileira de Badminton. 

O badminton é um esporte de rede praticado entre duas ou quatro pessoas com uma peteca e raquetes. Exige agilidade dos participantes, mas ao mesmo tempo pode ser praticado por pessoas de todas as idades. 

É justamente por essa maior facilidade de se disputar que esportes com raquete tem se popularizado tanto no Brasil nos últimos anos, 
Em invés de bola, ele é jogado com uma espécie de peteca, chamada de volante ou birdie. Mas não se engane, a velocidade da peteca pode ser até superior a de uma bola de tênis. 

 

Tuta
O ginásio Tuta tem se mostrado um equipamento bem diverso. Como já mostrou O Diário. O equipamento no Nova Mogilar, bem ao lado do ‘Hugão’, recebeu campeonatos de ginástica, vôlei e mais, com presença de peso do público. 

A nomenclatura ‘poliesportivo’ se mostrou verdadeira. 

A ideia ali é receber esportes e competições variadas. O investimento total da Prefeitura foi de R$ 7.986.077,89. A obra sofreu atrasos até a entrega. O ginásio comporta público de até mil pessoas. Já o Hugão tem capacidade para 5 mil. 

 

Beisebol
Outro esporte que poderia ganhar mais destaque em Mogi é o beisebol, seguindo um dos legados da centenária história da imigração japonesa, que preserva a tradição na cidade. 

Ainda que com menor representatividade do que a vivida nos anos de 1990, quando atletas de destaque levavam o nome de Mogi a outras cidades, estados e até países, a modalidade encontra espaço nos dois campos de beisebol do Centro Esportivo do Bunkyo, na Porteira Preta. 
Quem sabe não surgem novos projetos para tal esporte nos próximos anos, assim como chegou a vez do badminton.

Mais noticias

Ipem realiza verificação de radar na Mogi-Dutra nesta sexta-feira

3 simpatias poderosas para afastar inveja

Gavião-real: 8 curiosidades sobre uma das maiores aves de rapina das Américas 

Veja Também