Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

5 decisões que empresários devem tomar agora para crescer em 2027

Enquanto muitas empresas deixam o planejamento estratégico para os últimos meses do ano, empresários que buscam crescimento consistente já começam a tomar as decisões que vão definir seus resultados em 2027. O movimento amplia o foco do planejamento para além das metas financeiras e inclui temas como liderança, posicionamento, novas fontes de receita e expansão. […]

Por Edicase Conteúdo
13/08/2026 18h02, Atualizado há 1 hora

Enquanto muitas empresas deixam o planejamento estratégico para os últimos meses do ano, empresários que buscam crescimento consistente já começam a tomar as decisões que vão definir seus resultados em 2027. O movimento amplia o foco do planejamento para além das metas financeiras e inclui temas como liderança, posicionamento, novas fontes de receita e expansão.

“O empresário que chega em novembro para pensar no próximo ano já está atrasado. As empresas que crescem de forma consistente usam o segundo semestre para tomar decisões estruturantes. É agora que elas revisam modelo de negócio, posicionamento, liderança e oportunidades de expansão”, afirma Fernanda Tochetto, psicóloga e fundadora do Tittanium Club.

Para a especialista, antecipar essas discussões permite que mudanças importantes sejam testadas, corrigidas e incorporadas à operação antes do início de um novo ciclo.

A seguir, a empresária e treinadora comportamental, que soma mais de duas décadas de experiência no desenvolvimento pessoal e empresarial, lista cinco decisões que podem começar a ser tomadas agora para preparar os negócios para 2027. Confira!

1. Revisar o posicionamento da empresa

Uma das primeiras análises é verificar se a maneira como a empresa se apresenta ainda corresponde ao espaço que pretende ocupar no mercado. Isso envolve observar público, proposta de valor, diferenciais, comunicação e reputação. Em alguns casos, o negócio evoluiu, ampliou serviços ou conquistou novos clientes, mas continua sendo percebido da mesma maneira de anos atrás. Essa diferença entre o que a empresa se tornou e a forma como é reconhecida pode limitar novas oportunidades.

“Posicionamento não é apenas comunicação. Ele influencia como o mercado entende o valor da empresa, quem ela atrai e até quais oportunidades chegam ao empresário. Crescer também exige deixar claro por que aquele negócio deve ser escolhido”, explica Fernanda Tochetto.

2. Preparar a liderança para o próximo estágio

O crescimento também exige mudanças na maneira de liderar. Centralizar decisões e permanecer envolvido em todas as atividades pode funcionar durante determinado estágio da empresa, mas tende a se transformar em um obstáculo conforme a operação aumenta. Por isso, delegação, formação de lideranças, definição de responsabilidades e desenvolvimento da equipe precisam fazer parte do planejamento.

“O crescimento acontece duas vezes: primeiro na mente do empresário e depois dentro da empresa. Se o líder continua tomando decisões com a mesma lógica utilizada quando o negócio era menor, a própria liderança pode se transformar em um limite para a expansão”, afirma a empresária.

3. Identificar novas fontes de receita

Outro exercício importante é analisar se o faturamento está excessivamente concentrado em um único produto, serviço ou perfil de cliente. A partir dessa avaliação, o empresário pode estudar produtos complementares, serviços recorrentes, novas soluções para clientes atuais ou possibilidades de atuação em outros segmentos. A decisão, porém, precisa partir de uma demanda identificada e estar alinhada à capacidade de entrega da empresa.

“Esse é um dos pontos trabalhados no Tittanium Club, ecossistema de educação empresarial e execução voltado a profissionais que buscam estruturar o crescimento dos negócios. Entre as frentes abordadas, estão modelo de negócio, vendas, autoridade e liderança, com foco em transformar planejamento em aplicação prática”, destaca a fundadora.

Mulher conversando com equipe de trabalho, ela tem o cabelo curto castanho e está usando uma camisa de botões verde e calça bege
Autoridade não depende apenas de visibilidade, mas da combinação entre conhecimento, coerência, posicionamento e resultados (Imagem: insta_photos | Shutterstock)

4. Transformar autoridade em estratégia

A reputação do empresário também pode influenciar a capacidade da empresa de gerar negócios. Para a especialista, autoridade não deve ser confundida com quantidade de seguidores ou exposição constante nas redes sociais. Ela é construída pela combinação entre conhecimento, posicionamento, coerência e resultados entregues. Quando essa percepção se consolida, a reputação do líder pode contribuir para atrair clientes, gerar indicações e abrir espaço para novas parcerias.

“Autoridade não é falar mais alto. É ser lembrado quando alguém precisa resolver determinado problema. Quando o empresário consegue construir essa percepção, a reputação passa a abrir portas para clientes, parcerias e novas oportunidades”, diz Fernanda Tochetto.

5. Construir relacionamentos antes de precisar deles

Networking também pode fazer parte do planejamento estratégico. A diferença está em não procurar contatos apenas quando surge uma necessidade comercial. Manter relacionamentos com empresários, fornecedores, especialistas e profissionais de outros setores ajuda a ampliar o repertório, trocar experiências e identificar oportunidades que dificilmente apareceriam dentro da rotina da própria empresa.

“Quem cresce sozinho tende a levar mais tempo para descobrir caminhos que outros empresários já percorreram. A troca de experiências permite aprender com erros e acertos e tomar decisões com mais informação”, explica a fundadora do Tittanium Club.

A convivência entre empresários integra a proposta do ecossistema, que combina mentorias, acompanhamento e encontros presenciais. A ideia é utilizar essas conexões não apenas para ampliar a rede de contatos, mas também para compartilhar experiências, validar decisões e acelerar a execução de estratégias.

Planejamento precisa começar antes da virada do ano

Para Fernanda Tochetto, uma das principais mudanças está em abandonar a ideia de que o planejamento do próximo ano deve ser concentrado em novembro ou dezembro. Algumas decisões precisam de meses para sair do papel e começar a produzir resultados.

Contratação e formação de líderes, lançamento de produtos, mudanças de posicionamento, criação de novas fontes de receita e projetos de expansão são exemplos de movimentos que exigem preparação. Quanto antes forem definidos, maior será o tempo disponível para testar, avaliar resultados e fazer ajustes.

“Os resultados de 2027 não serão construídos em janeiro. Eles começam a ser definidos agora, pelas decisões que cada empresário escolhe tomar enquanto ainda existe tempo para preparar a empresa”, conclui.

Por Carolina Lara

Tags
Mais noticias

Câmara de Mogi das Cruzes aprova projeto de lei sobre área para pets em abrigos de assistência social

SUS inclui novo teste para rastreamento do câncer de intestino

Relação por um fio: veja hábitos que podem prejudicar a conexão do casal

Veja Também