Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Polícia Civil investiga caso de estupro de vulnerável contra menina de 12 anos em Poá

Segundo o relato da mãe da vítima, o investigado abordou a criança em uma praça e teria tocado a perna da menina, subindo a mão em direção às partes íntimas dela

Por Geovanna Albuquerque
21/08/2026 19h14, Atualizado há 1 mês

Caso foi registrado na Delegacia de Itaquaquecetuba | Foto: Reprodução/Google Maps

A Polícia Civil investiga um caso de estupro de vulnerável no Jardim Tamandaré, em Poá, contra uma menina de 12 anos. A ocorrência teria acontecido na terça-feira (18), mas foi registrada na última quarta-feira (19). Segundo o boletim, o acusado é Adriano Ferreira do Nascimento, de 51 anos. O nome do suspeito consta na composição 2026/2027 do Conselho Municipal de Saúde de Poá como vice-presidente.

Em nota encaminhada ao O Diário, o conselho informou que convocou uma Reunião Extraordinária de Urgência para o próximo dia 27 (quinta-feira) “com a finalidade de deliberar sobre o possível afastamento cautelar do conselheiro e a abertura de processo ético-disciplinar”. A redação tenta localizar a defesa de Adriano.

Ainda de acordo com o registro policial, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência na terça-feira. No local, a mãe relatou aos agentes que, no dia anterior, sua filha estava em uma praça, próxima à residência da família, quando foi abordada pelo suspeito. Segundo o relato, o investigado se aproximou da menina e começou a tocar a perna dela, subindo a mão em direção às partes íntimas. Adriano teria dito ainda que a garota estava bonita com o vestido que usava e pedido para ela virar de costas.

O código penal brasileiro estabelece que o crime de estupro de vulnerável ocorre mesmo quando não há conjunção carnal e se configura também quando há qualquer outro ato libidinoso com menor de 14 anos ou pessoa que não pode oferecer resistência.

O código penal brasileiro estabelece que o crime de estupro de vulnerável ocorre mesmo quando não há conjunção carnal e se configura também quando há qualquer outro ato libidinoso com menor de 14 anos ou pessoa que não pode oferecer resistência.

A mãe contou ainda que o suspeito teria questionado a criança sobre o “menino loirinho”, que seria amigo dela, e pedido para que ele fosse junto com a garota à praça no dia seguinte.

Já na quarta-feira, as mães das crianças foram à praça e, de longe, as observaram brincar. De acordo com o relato, Adriano teria se aproximado das duas e dito: “você trouxe o loirinho. Espera aí que eu vou guardar o carro e já volto para balançar vocês”. Em seguida, o suspeito teria retornado à sua residência, momento que a mãe das crianças e outros populares foram até o local e permaneceram em frente ao imóvel.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, a mãe da menina contou que Adriano teria se irritado com a situação e ameaçado quem estava na calçada do imóvel. Conforme o relato, o investigado teria dito a seguinte frase: “se vocês não saírem do meu portão, eu vou meter bala em vocês”.

O caso foi registrado na Delegacia de Itaquaquecetuba como estupro de vulnerável.

*Matéria atualizada no dia 25/8 para incluir a nota do Conselho Municipal de Saúde de Poá.

Mais noticias

O que assistir no Halloween? Veja 5 filmes para toda a família

Petiscos italianos: 3 receitas fáceis para fazer em casa

Mogi das Cruzes amplia horário de atendimento em quatro Unidades Básicas de Saúde

Veja Também