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Casal suspeito de comercializar remédios falsos para emagrecimento é preso em Suzano

Polícia apreendeu insumos, cápsulas, medicamentos já embalados e em preparação, potes para acondicionamento, além de vasta quantidade de rótulos

Por O Diário
20/02/2026 14h41, Atualizado há 3 meses

Polícia Civil | Divulgação/SSP-SP

Um casal de 44 e 46 anos, suspeito de comercializar remédios falsificados para emagrecimento em Suzano, foi preso pela Polícia Civil na tarde da última quinta-feira (19/2). Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), os investigados estariam atuando em um laboratório clandestino localizado dentro de uma residência no município. A operação contou com o apoio da Vigilância Sanitária. 

Ainda de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), uma empresa de Goiás comunicou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que recebeu uma reclamação envolvendo um produto que não era de sua fabricação. Segundo o relato, o nome da empresa estaria sendo utilizado indevidamente na produção de itens voltados à saúde.

Durante as investigações, a Polícia Civil apurou que a nota fiscal da venda era emitida a partir de um endereço em Suzano.

No local, os agentes constataram a existência de uma estrutura destinada à fabricação de medicamentos, com diversas caixas contendo suplementos prontos para comercialização. Os suspeitos também mantinham maquinário industrial utilizado para encapsular substâncias.

Em um corredor da residência que dava acesso a uma escada, os policiais localizaram um laboratório clandestino onde, supostamente, eram preparados suplementos, medicamentos e produtos terapêuticos em desacordo com as normas sanitárias.

Além do maquinário, foram apreendidos insumos, cápsulas, medicamentos já embalados e outros em fase de preparação, potes para acondicionamento e uma grande quantidade de rótulos.

Os agentes também encontraram anotações de vendas que indicavam a comercialização de medicamentos para emagrecimento em cápsulas. No entanto, esses produtos são originalmente fabricados e comercializados apenas na forma de canetas injetáveis, o que, segundo a Polícia Civil, reforça a suspeita de falsificação.

O caso foi registrado na Delegacia de Suzano, e os suspeitos foram presos em flagrante pelos crimes de adulteração de produtos medicinais e contra as relações de consumo.

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