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Sem recontratação e com aulas se aproximando, auxiliares de sala cobram posicionamento da Prefeitura de Arujá

Prestadoras desligadas na demissão em massa seguem sem respostas sobre recontratação mencionada pela prefeitura do município

Por Victoria Freitas
29/01/2026 18h16, Atualizado há 14 horas

Auxiliares de Vida Escolar protestam em frente à prefeitura de Arujá após demissão em massa | Foto: Divulgação

Em dezembro de 2025, mais de 300 profissionais foram afetadas por uma rescisão contratual entre a Prefeitura de Arujá e a OS Odin, sem aviso prévio, na época, a administração municipal disse que também foi surpreendida com a medida. Prestadoras desligadas na demissão em massa seguem ainda sem respostas sobre recontratação mencionada pela prefeitura do município.

A administração municipal informou, em nota ao O Diário no dia 8 de janeiro de 2026, que pretendia realizar uma nova contratação antes do período de ‘volta às aulas’. Trabalhadoras impactadas pela demissão em massa cobram posicionamento da Secretaria de Educação.

“Estávamos esperando a nova licitação, melhorias pelo nosso trabalho, mas pelo jeito só piorou… Como essas mães vão arcar com as contas” desabafa uma das auxiliares, que preferiu não se identificar.

As prestadoras informaram ao O Diário que até o momento não receberam nenhuma proposta ou atualização da Prefeitura de Arujá sobre a nova contratação. Por meio de um site de recrutamentos, foi localizado um link de candidatura para Auxiliares de Vida Escolar (AVE) em Arujá, posição que antes era ocupada por elas, como prestadoras de serviço terceirizada. Esse link não foi fornecido pela prefeitura ou representante oficial da administração.

“Eles não falam nada pra nós. Estávamos seguras que tudo ia ser mediante a antes confiando na palavra da prefeitura, porém até o momento só essa falta de respeito pois nenhuma nota foi postada como o prometido. Só precisamos da certeza como falaram da recontratação” conclui a prestadora.

A redação procurou pela Prefeitura Municipal de Arujá, mas não obteve retorno sobre os questionamentos até o fechamento deste material.

Relembre o caso

Auxiliares de Vida Escolar (AVE), profissionais que oferecem suporte à crianças atípicas, foram demitidas após a rescisão contratual entre a Organização Social (OS) ODIN e a Prefeitura de Arujá. Em resposta a decisão, os 254 profissionais afetados organizam um protesto em frente a sede da administração municipal.

A medida foi anunciada no dia 12 de janeiro. Segundo uma das profissionais desligadas, que prefere não se identificar, os funcionários não receberam aviso prévio.

Em nota divulgada a imprensa, a Prefeitura de Arujá afirmou que a Secretaria de Educação se reuniu com prestadores de serviço da ODIN após ter sido “surpreendida com a rescisão contratual imediata promovida pela referida OS”.

Leia a matéria completa: Auxiliares de educação protestam contra rescisão de contrato entre OS e Prefeitura de Arujá

Prestadoras de serviço que foram dispensadas pela Organização Social (OS) ODIN e mães que se solidarizaram com a situação se reuniam no dia 15 de janeiro em frente à Prefeitura de Arujá, como forma de protesto pela demissão em massa que sofreram na semana anterior.

Durante o protesto, as auxiliares alegaram terem sido pegas de surpresa com o desligamento, uma vez que seus contratos ainda tinham tempo de duração. A prefeitura de Arujá preferiu não se pronunciar durante a manifestação. Mais tarde, em nota, pontuou que após negociação, a entidade (OS) prorrogou a data da rescisão, que seria 12 de dezembro, para o dia 30 de dezembro, de modo a reduzir o impacto financeiro para os prestadores de serviço, assegurando, inclusive, maior tempo para que a pasta da Educação adote medidas promovendo a licitação e escolha de nova entidade para manutenção do programa de atendimento de apoio aos alunos, no início das aulas em 2026.

Leia a matéria completa: ‘Me senti um nada’, diz auxiliar de sala em protesto após demissão em massa em Arujá

A Prefeitura de Arujá informou, em nota ao O Diário no dia 8 de janeiro, que pretendia realizar uma nova contratação para repor as vagas deixadas pelas Auxiliares de Vida Escolar (AVE) vinculadas à Organização Social (OS) Odin. A ideia do novo processo, ainda segundo a administração, era “preferencialmente, absorver a mão de obra” das prestadoras de serviço que tinham vínculo com a empresa.

Em resposta aos questionamentos da redação, a prefeitura não estipulou um prazo fixo para a conclusão da contratação, mas disse que estava “agilizando as medidas administrativas para que tudo ocorra antes do período de ‘volta às aulas’”.

Leia a matéria completa: Prefeitura de Arujá quer recontratar auxiliares antes da volta às aulas

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