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‘Estamos com você’: deputados do Alto Tietê manifestam apoio a Bolsonaro

Antes disso, André do Prado e Márcio Alvino participaram do ato pró-Bolsonaro na Paulista; em vídeo compartilhado, Tarcísio aparece condenando a prisão do ex-presidente

Por Fabricio Mello
05/08/2025 12h40, Atualizado há 8 meses

André do Prado e Márcio Alvino em ato pró-Bolsonaro | Reprodução/Redes sociais

Dois dos quatro deputados estaduais e federais do Alto Tietê manifestaram apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que teve a prisão domiciliar decretada após o descumprimento das medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Márcio Alvino (PL-SP) e André do Prado (PL) republicaram, em suas redes, um vídeo onde o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chama a prisão do ex-presidente de “absurdo”.

Ambos os deputados, vale ressaltar, também participaram do ato pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, realizado no último sábado (3). Alvino, que é vice-presidente do PL, e André do Prado, que ocupa a presidência da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), posaram ao lado do presidente da sigla, Valdemar Costa Neto (PL), e compartilharam imagens da manifestação.

Na nova publicação, os parlamentares compartilharam a fala de Tarcísio sobre a prisão do ex-presidente. No vídeo, o governador paulista diz que Bolsonaro “já foi julgado e condenado” e que não há provas de que ele tenha cometido os crimes dos quais é acusado. Tarcísio questiona, ainda, se “vale a pena acabar com a democracia sob o pretexto de salva-lá?”.

“Meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro continua firme. Sua trajetória e compromisso com o nosso país representam a esperança de milhões de brasileiros que acreditam em um Brasil mais justo, livre e soberano. Não vamos desistir do nosso país. Estamos juntos nessa luta! Força, Bolsonaro! O Brasil está com você”, diz a mensagem republicada pelos deputados nas redes sociais.

Os demais deputados do Alto Tietê, Rodrigo Gambale (Podemos-SP) e Marcos Damasio (PL), não se manifestaram.

Prisão domiciliar

Bolsonaro teve a prisão domiciliar decretada após desrespeitar a medida cautelar que o impedia de usar as redes sociais. Segundo o ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados, incluindo seus três filhos parlamentares, para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Na prisão domiciliar, o ex-presidente continua a usar a tornozeleira eletrônica, mas também passa a estar proibido de receber visitar sem autorização do STF; usar o celular; ter contato com outras pessoas além de sua esposa, filha e advogados; e ser fotografado e/ou gravado por pessoas que, eventualmente, forem autorizadas a visitá-lo. As demais medidas cautelares decretadas, vale lembrar, também continuam em efetividade.

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