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MVM10: gestão preventiva do plano de saúde como resposta ao avanço dos afastamentos por saúde mental

Gestão ativa do plano de saúde ajuda empresas a reverter cenário baixas nas empresas

Por Especial AGFE
26/05/2026 14h00, Atualizado há 1 hora

Mais de meio milhão de pessoas foram afastadas por problemas de saúde mental no ano passado | Divulgação

O Brasil registrou, em 2025, 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais — crescimento de 15,66% em relação a 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios. Os números, divulgados pelo Ministério da Previdência Social, confirmam uma tendência que o mercado corporativo já não pode ignorar: é o quinto ano consecutivo de alta e o maior patamar da última década. O adoecimento mental dos colaboradores deixou de ser uma questão de bem-estar para se tornar um problema financeiro concreto para as empresas.

Entre os principais diagnósticos que geraram afastamento em 2024 estão os transtornos de ansiedade, com 141.414 casos, seguidos por episódios depressivos, com 113.604 ocorrências. Para as empresas, cada afastamento representa não apenas a ausência do colaborador, mas o acúmulo de custos com substituição, queda de produtividade e, diretamente, aumento da sinistralidade no plano de saúde. Estima-se que os custos para o INSS com afastamentos por saúde mental cheguem a R$ 3,5 bilhões.

A MVM10 conhece esse cenário de perto. Com sede em Mogi das Cruzes e presença em 25 estados brasileiros, a corretora e consultora em saúde corporativa atende empresas de todos os portes e segmentos há mais de 50 anos, com mais de 42 mil vidas atendidas, e mostra que atendimento humano e personalizado não é slogan, é método. A empresa acompanha de perto como o perfil de saúde dos colaboradores impacta diretamente os contratos corporativos: quanto mais adoecida a equipe, maior a sinistralidade e maior o reajuste na renovação do plano. Para a MVM10, esse ciclo não é inevitável. Ele começa a ser revertido com prevenção, dados e gestão ativa.

A gestão ativa do plano de saúde, com análise de perfil de utilização, acompanhamento de indicadores e orientação estratégica ao RH, é o caminho mais eficaz para conter o ciclo de adoecimento antes que ele se transforme em afastamento e custo. Empresas que tratam o benefício de saúde apenas como uma linha do orçamento tendem a enfrentar reajustes mais agressivos na renovação e menor capacidade de negociação com as operadoras.

A saúde corporativa caminha para um modelo cada vez mais orientado por resultados mensuráveis, com indicadores como absenteísmo, rotatividade e sinistralidade orientando decisões estratégicas. Para a MVM10, esse é o modelo que sempre guiou sua atuação: cuidar das pessoas com inteligência para que as empresas possam crescer com sustentabilidade.

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