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Bispo celebra Domingo de Ramos com procissão e missa na Catedral

O bispo diocesano de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, deu início, neste domingo (2), pela manhã, às celebrações do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor na Diocese.  Por volta de 10h30, houve uma concentração no Largo do Rosário, em pleno centro da cidade, onde aconteceu a bênção dos ramos, que foram […]

2 de abril de 2023

Reportagem de: O Diário

O bispo diocesano de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, deu início, neste domingo (2), pela manhã, às celebrações do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor na Diocese. 

Por volta de 10h30, houve uma concentração no Largo do Rosário, em pleno centro da cidade, onde aconteceu a bênção dos ramos, que foram levados pelas pessoas, obedecendo a um ritual que já faz parte da história do Catolicismo.

Logo após a bênção, o grupo seguiu em procissão até a Catedral de Santana, onde foi celebrada uma missa pelo bispo dom Pedro Stringhini.

Neste domingo, na Catedral, ainda estão programadas missas às 17h30 e 19 horas, também com as bênçãos dos ramos pelos celebrantes.
O Domingo de Ramos é uma solenidade cheia de simbologia, que marca o início da Semana Santa, momento em que os católicos celebram o tríduo pascal, representando a paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A liturgia da Igreja faz referência à entrada de Jesus na cidade de Jerusalém, onde foi aclamado pelo povo como rei, com ramos de oliveiras e palmeiras.

Os evangelhos relatam a entrada de Jeseus por volta de uma semana antes de sua ressurreição.

De acordo com as escrituras sagradas, Jesus chegou montado em um jumento e o povo, festivo, lançou seus mantos à sua frente, juntamente com pequenos ramos de árvores. Uma grande quantidade de pessoas entoou parte de um salmo, onde pediam a salvação e prosperidade. O simbolismo do jumento é atribuído à tradição oriental de que se trata de um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Conforme

esta tradição, um rei chegava montado em um cavalo quando queria guerrear e, num burrico, quando desejava a paz.

Dessa forma, a chegada de Jesus em Jerusalém, foi interpretada como o símbolo de “um príncipe da paz” e não de um “rei guerreiro”.
Na tradição brasileira, as pessoas costumam levar ramos de diferentes árvores para serem benzidos pelos padres ou bispo. Esses ramos são guardados como forma de proteção aos seus portadores. No interior de São Paulo, há quem leve mudas de árvores que, depois de abençoadas durante as solenidades do Domingo de Ramos, são plantadas juntos às residências, como símbolo santo da fé dos proprietários daquelas casas.

Procissão

Em várias outras paróquias de Mogi das Cruzes, também foi revivida a tradição e a liturgia do Domingo de Ramos.

No bairro do Mogilar, por exemplo, por volta de 8h30, houve uma concorrida procissão que percorreu várias ruas daquela comunidade, localizadas nas proximidades da Igreja de São José Operário.

Durante o cortejo, os participantes, inclusive crianças, caminhavam orando e cantando, mas também conduzindo nas mãos os pequenos ramos que seriam benzidos pelo padre da Paróquia de São José, durante uma das missas do dia naquela igreja.

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