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Mogi começa a vacina em pessoas com Síndrome de Down e comorbidades

A partir desta quarta-feira (12), a aplicação da primeira dose às pessoas com mais de 18 anos e que possuem Síndrome de Down abre uma esperada fase da campanha de imunização por pais e profissionais que atendem essa parcela da população. Apenas na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), 102 atendidos têm esse […]

Por O Diário
11/05/2021 19h44, Atualizado há 63 meses

A partir desta quarta-feira (12), a aplicação da primeira dose às pessoas com mais de 18 anos e que possuem Síndrome de Down abre uma esperada fase da campanha de imunização por pais e profissionais que atendem essa parcela da população. Apenas na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), 102 atendidos têm esse diagnóstico, sendo que 52 possuem mais de 18 anos.

Nesta terça-feira (11), o Clique Vacina, da Prefeitura de Mogi, fez 2.579 agendamentos, sendo 420 gestantes e puéperas com comorbidades, Síndrome de Down, renais crônicos em hemodiálise e transplantandos imunossuprimidos, e 2.159 mogianos de 55 a 59 anos com comorbidades ou doenças graves.
Esse grupo será imunizado de quarta (12) a sexta-feira (14) (Veja outras informações sobre os documentos necessários para receber a primeira dose, no site da Prefeitura: www.pmmc.org.br). 
Um bebê em cada 700 nascimentos pode apresentar a Síndrome de Down. Em Mogi das Cruzes, esse grupo pode ter cerca de 640 pessoas, levando em consideração a população de 450 mil habitantes. Porém, a vacina é para quem tem mais de 18 anos.
A chegada dos integrantes desta fatia da população com Síndrome de Down à fila de vacinação é um passo importante, segundo afirma a fisioterapeuta Aldri Maria Lourenço Rodrigues, de 42 anos, que atua na Apae de Mogi.
 Ela diz que a unidade não deixou de atender durante a pandemia, de maneira online e presencialmente, nos momentos permitidos, mas que a interrupção das atividades tem um forte impacto na vida dos mais de 600 alunos da instituição.
“Eles fazem parte de um grupo de risco porque têm outras comorbidades, e podem, facilmente, ter a condição de saúde agravada com o contágio pelo coronavírus. O ideal seria que todos os demais, com outras síndromes e deficiências também fossem atendidos. Mas, o início, com a Síndrome de Down, já é importante”, comenta.
Segundo a profissional, desde o ano passado, a Apae manteve serviços como o atendimento médico, o que retirou das unidades de saúde os alunos que, por ventura, tivessem os sintomas da Covid.
“Não paramos, porque a intenção era reduzir o risco de exposição, em um posto de saúde, por exemplo”, disse a responsável pelo setor de Saúde da Apae.
Já na escola, aulas e atividades online foram oferecidas aos alunos e pais. Esses atendimentos, no entanto, alcançavam uma menor parte dos alunos.
Mesmo durante a pandemia, uma surpresa interessante foi a abertura do novo projeto destinado a crianças autistas, que teve início em novembro passado, com a oferta de 20 vagas.
Com todos os protocolos de saúde, o serviço foi bem recebido e já tem uma fila de espera com 25 interessados.
A Apae está se preparando para retomar as aulas, com 30% dos estudantes, a partir do próximo dia 17. Uma pesquisa com pais é feita e a aceitação sobre o retorno tem sido positiva. A volta não é obrigatória.
O início da vacinação dos assistidos que possuem Síndrome de Down abre janelas para o retorno de mais atividades, com maior segurança. Todos os profissionais da Apae já receberam as duas doses. O departamento de saúde da Apae dá suporte aos alunos que já podem ser vacinados, com as consultas para validação do atestado que terá de ser apresentado na hora da vacinação.A aplicação da primeira dose às pessoas com mais de 18 anos e que possuem Síndrome de Down abre uma esperada fase da campanha de imunização por pais e profissionais que atendem essa parcela da população. Apenas na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), 102 atendidos têm esse diagnóstico, sendo que 52 possuem mais de 18 anos. Ontem, o Clique Vacina, da Prefeitura de Mogi, fez 2.579 agendamentos, sendo 420 gestantes e puéperas com comorbidades, Síndrome de Down, renais crônicos em hemodiálise e transplantandos imunossuprimidos, e 2.159 mogianos de 55 a 59 anos com comorbidades ou doenças graves.
Esse grupo será imunizado de quarta (12) a sexta-feira (14) (Veja outras informações sobre os documentos necessários para receber a primeira dose, no site da Prefeitura: www.pmmc.org.br). 
Um bebê em cada 700 nascimentos pode apresentar a Síndrome de Down. Em Mogi das Cruzes, esse grupo pode ter cerca de 640 pessoas, levando em consideração a população de 450 mil habitantes. Porém, a vacina é para quem tem mais de 18 anos.
A chegada dos integrantes desta fatia da população com Síndrome de Down à fila de vacinação é um passo importante, segundo afirma a fisioterapeuta Aldri Maria Lourenço Rodrigues, de 42 anos, que atua na Apae de Mogi.
 Ela diz que a unidade não deixou de atender durante a pandemia, de maneira online e presencialmente, nos momentos permitidos, mas que a interrupção das atividades tem um forte impacto na vida dos mais de 600 alunos da instituição.
“Eles fazem parte de um grupo de risco porque têm outras comorbidades, e podem, facilmente, ter a condição de saúde agravada com o contágio pelo coronavírus. O ideal seria que todos os demais, com outras síndromes e deficiências também fossem atendidos. Mas, o início, com a Síndrome de Down, já é importante”, comenta.
Segundo a profissional, desde o ano passado, a Apae manteve serviços como o atendimento médico, o que retirou das unidades de saúde os alunos que, por ventura, tivessem os sintomas da Covid.
“Não paramos, porque a intenção era reduzir o risco de exposição, em um posto de saúde, por exemplo”, disse a responsável pelo setor de Saúde da Apae.
Já na escola, aulas e atividades online foram oferecidas aos alunos e pais. Esses atendimentos, no entanto, alcançavam uma menor parte dos alunos.
Mesmo durante a pandemia, uma surpresa interessante foi a abertura do novo projeto destinado a crianças autistas, que teve início em novembro passado, com a oferta de 20 vagas.
Com todos os protocolos de saúde, o serviço foi bem recebido e já tem uma fila de espera com 25 interessados.
A Apae está se preparando para retomar as aulas, com 30% dos estudantes, a partir do próximo dia 17. Uma pesquisa com pais é feita e a aceitação sobre o retorno tem sido positiva. A volta não é obrigatória.
O início da vacinação dos assistidos que possuem Síndrome de Down abre janelas para o retorno de mais atividades, com maior segurança. Todos os profissionais da Apae já receberam as duas doses. O departamento de saúde da Apae dá suporte aos alunos que já podem ser vacinados, com as consultas para validação do atestado que terá de ser apresentado na hora da vacinação.

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