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‘Mogi vai servir apenas para pagar a conta’, diz prefeito sobre pedágio

Segundo o chefe do Poder Executivo mogiano, 'as cidades do litoral é que serão beneficiadas'

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23/04/2024 18h50, Atualizado há 2 meses

O prefeito de Mogi das Cruzes, Caio Cunha (Podemos), segue se posicionando contra a instalação de pedágios nas rodovias Mogi-Bertioga (SP-098) e Mogi-Dutra (SP-088). Em suas redes sociais, após responder uma pergunta feita por meio do Instagram, na última segunda-feira (22/04), o chefe do Poder Executivo mogiano destacou que a cidade servirá apenas para “pagar a conta”. 

“As cidades do litoral vão ser as grandes beneficiadas. Enquanto Mogi vai servir apenas para pagar a conta. Absurdo”, escreveu o prefeito Caio Cunha em resposta ao questionamento de um seguidor.

Vale lembrar que o Governo do Estado de São Paulo realizou, na terça-feira da semana passada (16/04), o leilão de concessão destas vias que, na ocasião, foi vencido pelo Consórcio Novo Litoral. Com a medida de privatização, a empresa responsável terá que administrar, operar e mantê-las pelos próximos anos. Uma das prerrogativas concedidas à empresa vencedora será a possibilidade da instalação de praças de pedágios ao longo das rodovias. 

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A administração municipal, por sua vez, também se mostrou contrária à privatização. Em nota enviada para a equipe de O Diário, em 16 de abril, a prefeitura reforçou sua posição em relação a tentar barrar a medida. 

Na sexta-feira (12/04), a prefeitura protocolou uma representação junto ao Tribunal de Contas do Estado sobre a invalidade de pontos do Edital de Concessão, após uma longa análise dos aspectos técnicos e jurídicos que chegou à conclusão que o edital possui invalidades jurídicas que foram levadas à apreciação do Tribunal de Contas”.

“Já nesta segunda-feira (15/04), a prefeitura está protocolando uma nova medida judicial visando que seja declarada judicialmente a invalidade do Edital de Concessão”, destaca a nota.

Ainda de acordo com a Prefeitura de Mogi das Cruzes, as duas medidas visam a invalidade do Edital de Concessão e, pedindo isso, solicitou um provimento liminar de urgência para que os próximos passos do processo sejam suspensos ou invalidados.

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