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Homem é morto a tiros em Mogi das Cruzes; suspeito é preso com arma furtada há mais de 30 anos

Crime aconteceu neste domingo (7), no bairro Jardim Aeroporto III; vítima foi encontrada pelos policiais na via pública, com marcas de tiros pelo corpo

Por Ana Lívia Terribille
08/06/2026 10h34, Atualizado há 1 hora

Arma foi apreendida pela PM | Foto: Divulgação

Um homem foi morto a tiros na tarde deste domingo (7), no bairro Jardim Aeroporto III, em Mogi das Cruzes. O suspeito de cometer o crime foi preso pela Polícia Militar e autuado por homicídio, porte ilegal de arma de fogo e receptação. A arma apreendida havia sido furtada há mais de 30 anos.

Segundo a PM, equipes foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) após relatos de disparos de arma de fogo na região. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída na via pública, com marcas de tiros pelo corpo. O óbito foi constatado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Testemunhas indicaram aos policiais quem seria o autor dos disparos. O suspeito foi localizado nas proximidades e apresentava escoriações na cabeça. Aos agentes, ele relatou ter se envolvido em uma discussão motivada pelo barulho de uma motocicleta e afirmou que teria sido agredido por outras pessoas antes do crime. O homem, no entanto, negou possuir arma de fogo.

Durante as buscas na residência do suspeito, os policiais encontraram munições calibre .38. Em seguida, equipes da Força Tática localizaram o revólver apontado como utilizado no homicídio em um corredor de um imóvel no mesmo terreno.

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a arma era produto de furto registrado em Mogi das Cruzes em 1994. O revólver continha cinco munições deflagradas.

O suspeito foi encaminhado para atendimento médico e, posteriormente, levado à Central de Polícia Judiciária de Mogi das Cruzes. Durante o registro da ocorrência, ele voltou a relatar dores pelo corpo e precisou ser encaminhado novamente para uma unidade de saúde para a realização de exames complementares.

O local do crime passou por perícia e o caso foi registrado como homicídio consumado, porte ilegal de arma de fogo e receptação. O suspeito permaneceu sob escolta policial, e a Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime.

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